Atividade promovida pelo Coletivo GRIOT foi contemplada por edital da Secretaria de Cultura, por meio da Lei Aldir Blanc
O Canto da Praia do Forte viverá momentos repletos de potência e ancestralidade, neste domingo (31), a partir das 16h, com o encerramento do projeto “N’GOMA IAIÁ!”, do Ponto de Cultura e Ponto de Memória Coletivo GRIOT.
A iniciativa foi contemplada pelo Edital de Chamamento Público n° 04/2025, da Secretaria Municipal de Cultura de Cabo Frio, na categoria Formação Cultural, com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Lei Aldir Blanc – PNAB (Lei nº 14.399/2022).
A apresentação terá as coreografias e manifestações culturais afro-brasileiras trabalhadas ao longo dos últimos meses, durante as oficinas de percussão feminina e de dança, realizadas no espaço GRIOT, e os três ensaios abertos, promovidos no Boulevard Canal. Além das rodas de Jongo, Coco e Ciranda, haverá ainda apresentações de Maracatu e de danças alusivas aos orixás. A produção do cortejo é do GRIOT e do Tambor de Iaiá.
O projeto “N’GOMA IAIÁ!” foi iniciado em outubro do ano passado, com a realização de oficinas itinerantes de boneca Abayomi (“Presente Precioso”, em iorubá), da professora e artesã Andreia Fernandes; e de percussão feminina, da Mestra Márcia Fonseca, e em escolas da rede pública de Cabo Frio.
O projeto tem o apoio da Feira Cultural e Afroempreendedora Bandaras; da Federação de Cultura Afro do Estado do Rio de Janeiro (Fecarj); e da Rede das Pretas.
SERVIÇO:
Cortejo do Projeto “N’GOMA IAIÁ!”
Data: 31/05/26 (Domingo)
Horário: 16h
Local: Canto da Praia do Forte
Em caso de chuva, o evento será adiado e uma nova data será informada nas redes sociais do GRIOT.
Sobre o GRIOT:
O Coletivo GRIOT de Pesquisa, Difusão e Memória em Tradições Afro-Brasileiras existe desde 2008 na Região dos Lagos, com sede em Cabo Frio, pesquisando, difundindo memórias e contemporaneidades, em ações comprometidas com o antirracismo, com o protagonismo, a identidade e visibilidade cultural afrocentradas.
Há pouco mais de um ano, o GRIOT foi reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, em virtude da suas atividades culturais, que contribuem para o acesso, a proteção e a promoção dos direitos da cidadania e da diversidade cultural do Brasil. Em julho de 2024, o Coletivo foi reconhecido como Ponto de Memória pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
O GRIOT desenvolve atividades de Jongo, Ciranda, Coco, Maracatu, dança afro contemporânea, de orixás, gestos, canto, percussão, de contação de história, culinária, exibição de filmes, literatura, palestras e outras ações.







