Cabo Frio fechou o ano de 2025 com uma redução de 33,9% na taxa de mortalidade infantil em relação ao ano anterior. Esse é um dos dados que apontam os inúmeros avanços obtidos pela Saúde do município, durante o primeiro ano da atual gestão, e que constam no 3° Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior (RDQA), apresentado em audiência pública na Câmara Municipal.
No ano passado, Cabo Frio também teve uma redução de 35,7% no quantitativo de óbitos infantis, que se refere ao número absoluto de mortes de crianças de até um ano de idade. Ambas as estatísticas comprovam numericamente as melhorias implantadas no programa de pré-natal no município. No caso da morbidade hospitalar como um todo, a redução foi de 5,5% comparada ao ano de 2024.
Outro indicador que teve resultado expressivo foi o de realização de exames, que teve crescimento anual de 114,32%, resultando na ampliação da capacidade diagnóstica e na redução da demanda reprimida, e favorecendo a continuidade dos tratamentos.
Tais resultados também foram possíveis a partir de um maior investimento nas ações e programas de Saúde, ao longo dos primeiros 12 meses de gestão. Em 2025, foram aplicados 24,71% das receitas do município no setor, percentual quase 10% acima do mínimo exigido pela Lei, que é de 15% da arrecadação.
“Esses resultados muito nos animam a continuar o trabalho que estamos fazendo, embora ainda seja apenas o primeiro ano da gestão. Os desafios são enormes, mas conto com uma equipe técnica e, sobretudo, que gosta de pessoas. Isso é fundamental para seguirmos avançando, pois ainda há muito a ser feito”, afirmou a secretária de Saúde, Beatriz Trindade.
Em relação à Atenção Básica, os números tambem são superlativos. Ao longo do ano passado, foram realizados 182. 277 atendimentos individuais; 15.905 atendimentos odontológicos; 272.399 procedimentos e 355.465 visitas domiciliares.
“O invstimento na Atenção Primária é um grande acerto estratégico dessa gestão, pois reforça a cultura de prevenção, reduzindo a pressão lá na ponta, nas unidades de emergência, e consequentemente, diminuindo o número de internações”, complementa a secretária adjunta de Vigilância em Saúde e Atenção Básica, Sandra Rabelo.