A Vigilância Sanitária Municipal, da Secretaria de Saúde de Cabo Frio, promoveu nesta sexta-feira (22) a primeira edição do Workshop de Boas Práticas para Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). O encontro foi no auditório do campus da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O encontro foi destinado a gestores, profissionais de Saúde e proprietários das ILPIs.
O Workshop foi realizado com a parceria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) e contou com a participação da secretária adjunta de Vigilância em Saúde e Atenção Básica, Sandra Rabelo; do coordenador do Programa Municipal de Saúde da Pessoa Idosa, Paulo Henrique Lima; e dos promotores de Justiça Luiz Cláudio Carvalho de Almeida e André Luiz Farias da Silva.
O encontro tratou das obrigações documentais e sanitárias para a abertura e a manutenção das Instituições de Longa Permanência para Idosos, a partir do cumprimento da RDC 502/2021 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), incluindo questões referentes à higiene, alimentação, controle de medicamentos, acessibilidade, segurança, dimensionamento de cuidadores, presença de responsável técnico e condições gerais de salubridade.
Além disso, foram abordados os aspectos relativos à fiscalização das condições sanitárias dessas instituições, por parte da equipe da Vigilância Sanitária Municipal, e da atuação do Ministério Público Estadual. Ao fim das palestras, os participantes receberam certificados de participação.
A superintendente da Vigilância Sanitária Municipal, Kelly de Araújo, espera que o evento se desdobre em práticas cada vez mais seguras e humanizadas por parte das instituições.
“O envelhecimento da população é uma realidade que nos convida a repensar o cuidado. Discutir boas práticas em ILPIs não é apenas debater o cumprimento de normas técnicas; é falar sobre a garantia de direitos, sobre a preservação da dignidade e sobre a qualidade de vida daqueles que tanto já contribuíram para a nossa sociedade. Neste cenário, a Vigilância Sanitária assume um papel que vai muito além da fiscalização tradicional. Ela atua como uma parceira estratégica na promoção da saúde”, comentou.