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Projeto da Prefeitura de Cabo Frio é reconhecido pela ONU como Ação Oficial da Década dos Oceanos

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Iniciativa da Secretaria Adjunta de Economia Azul e Biotecnologia passa a integrar programa internacional da ONU e reforça o protagonismo do município em inovação, sustentabilidade e biotecnologia marinha
Dormitorio das garças

A Prefeitura de Cabo Frio, por meio da Secretaria Adjunta de Economia Azul e Biotecnologia de Cabo Frio, conquistou um importante reconhecimento internacional. O projeto “Núcleo Azul, Centro de Biocultura: Laboratório Vivo” foi oficialmente aprovado como uma Ação da Década das Nações Unidas da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030), iniciativa coordenada pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO.

A confirmação foi enviada pela equipe da Década dos Oceanos ao município de Cabo Frio, reconhecendo a relevância da proposta e sua contribuição para a missão de promover “a ciência de que precisamos para o oceano que queremos”.

Além da aprovação, o projeto cabo-friense foi integrado ao programa internacional Global Ecosystem for Ocean Solutions (GEOS), uma rede voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para os desafios enfrentados pelos oceanos em escala global.

O reconhecimento representa um marco para a política municipal de Economia Azul, consolidando Cabo Frio como referência em inovação, sustentabilidade e biotecnologia marinha. A iniciativa reforça o protagonismo do município na construção de soluções alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às diretrizes internacionais para a preservação dos ecossistemas costeiros e marinhos.

De acordo com a carta enviada pela UNESCO, o endosso é resultado de um rigoroso processo de avaliação e reconhece o potencial do projeto em gerar impactos transformadores por meio da ciência oceânica, da cooperação entre instituições e do desenvolvimento sustentável.

Ao longo dos próximos anos, o Centro de Biocultura Azul deverá atuar em articulação com parceiros nacionais e internacionais, promovendo a produção de conhecimento, a inovação e o fortalecimento das redes de colaboração voltadas à chamada Economia Azul.

Para o secretário adjunto de Economia Azul e Biotecnologia, Matheus Aragutti Monica, a aprovação reforça a vocação de Cabo Frio como cidade costeira comprometida com a ciência e a sustentabilidade.

“Este reconhecimento internacional coloca Cabo Frio em uma posição de destaque dentro da Década dos Oceanos da ONU. É a confirmação de que estamos construindo um modelo de desenvolvimento que alia inovação, preservação ambiental e geração de oportunidades a partir dos recursos do mar, sempre de forma sustentável e buscando o passado histórico da região para projetar o futuro”, destacou.

A aprovação também permitirá maior visibilidade internacional para o projeto, que passará a integrar os canais oficiais de comunicação da Década dos Oceanos e poderá utilizar a identidade visual da iniciativa em suas ações e publicações.

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